Depois desse interregno, em que nos voltamos para a história
da linha postal entre o Rio de Janeiro e São Tomé e Príncipe, retomemos aquela
das escunas correio da Bahia, que começamos a abordar em algumas postagens
anteriores.
Conforme se pode verificar nas notícias da impressa da época,
consolidadas no banco de dados Notícias atlânticas, não foi cumprido na íntegra o plano inicial de
que no dia 3 de cada mês partiria infalivelmente um barco da Bahia.
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| Fernando José de Portugal e Castro, Marquês de Aguiar. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Jos%C3%A9_de_Portugal_e_Castro#/media/Ficheiro:Aguiar_1.jpg |
Houve antecipações e atrasos nas partidas, meses em que elas
não aconteceram ou em que houve duas, nesse caso devido à necessidade de envios de
mensagens urgentes ou ao retardo em meses anteriores. Observa-se que, nos onze anos de funcionamento do sistema, mesmo
com a suposta folga para que se mantivesse a regularidade dos giros, as doze
saídas previstas aconteceram apenas uma vez no Rio de Janeiro (1818) e duas
vezes na Bahia (1815 e 1819). Em 1814, essa frequência foi maior, com
treze partidas. Apenas seis vezes em cada porto foi atingida
uma frequência de mais de dez partidas anuais.
Os atrasos podiam decorrer de avarias mais graves nos barcos.
A Tártara, por exemplo, voltou em “estado de destroço” no Rio de Janeiro em 8 outubro
de 1814, sete dias depois de largar daquele mesmo porto, a exigir “um reparo
que não podia vencer em poucos dias” (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-206; NOTÍCIAS, 2024). Seus
tripulantes foram repassados ao Brigue Real João, o qual retomou a viagem apenas
no dia 20 de outubro e voltou ao Rio de Janeiro no mês seguinte, carregado não
apenas com cartas, mas também com materiais de interesse do Arsenal Real (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-206). A Tártara somente voltaria a
operar em março do ano seguinte.
A arribada ou arribação era a entrada não programada de um
barco seja no porto de origem, seja em outro diferente do destino programado. Podia acontecer por
várias razões, como a falta de água ou mantimentos, necessidades de reparos ou
mesmo em virtude de tempestades e de ventos contrários. Esse tipo de acidente, bastante comum na navegação
à vela. afetou outras vezes as escunas correio. Assim, a Kalmuka partiu do Rio
de Janeiro em 25 de fevereiro de 1818 e retornou nove dias depois, em 6 de
março, sem completar o percurso (NOTÍCIAS, 2024). Em 3 de maio de maio de 1820, a
mesma escuna enfrentou problemas em sua saída da Bahia, sendo obrigada a
voltar, de modo que a mala de correspondências teve que ser repassada emergencialmente à Afra,
que fizera a viagem pouco antes (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-121-259).
Todavia, as retenções mais demoradas eram mais frequentes no
Rio de Janeiro, por outro motivo: a intervenção das autoridades régias, que
retinham ali os barcos à espera de suas ordens. Em 1815, devido a esse tipo de
problema, o Conde dos Arcos teve de lançar mão do brigue Principezinho,
para dar continuidade ao fluxo. Em resposta ao ofício que o governador encaminhou sobre o
assunto, o Marquês de Aguiar, D. Fernando José de Portugal, deu uma resposta
que confirma a reiteração da prática. Segundo ele,
embora não pudesse
ser estranho à V. Exa. o quanto a
multiplicidade e a natureza dos negócios ocorrentes deve necessariamente
influir sobre o expediente, cumpre-me dizer a V. Exa. em abono de verdade, que
os comandantes dos [navios] correios em ocasiões de demora motivadas por
circunstâncias tais têm sido sempre pontuais em solicitar sua reexpedição (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-117-309).
Ou seja, o Marquês admitia que as escunas eram atrasadas por
questões administrativas, a despeito de seus comandantes, provavelmente
cobrados pelo governador da Bahia, tentarem manter no prazo a escala de viagens.
Encontramos apenas um caso em que o fluxo dos paquetes não foi retardado,
mas acelerado no Rio de Janeiro. Em 18 de junho de 1814, a Tártara chegou àquela
cidade e, por ordem régia, retornou à Bahia apenas três dias depois, levando despachos
relativos à permissão de comércio e navegação com todas as nações europeias que
tinham estado em guerra com a Coroa de Portugal. Na ocasião, determinou-se
também que, depois de tocar na Bahia, a escuna devia seguir para Pernambuco, de
modo a disseminar a notícia com urgência para todas as capitanias do Norte (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-204; BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-206).
Esse uso das escunas correio para a comunicação das autoridades régias com Pernambuco, em seguimento à sua passagem pela Bahia, tem pelo menos mais um
exemplo, quando a Pandura foi expedida com essa missão em julho de 1815 (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-117-276). Esses foram casos em que a Coroa buscava uma maior agilidade, por isso
determinou que a continuidade do percurso se fizesse pela mesma embarcação. Todavia,
não se pode descartar que, em outras ocasiões, tenham sido enviadas
correspondências para a Bahia, a serem redespachadas para Pernambuco, uma
hipótese a ser confirmada por outras pesquisas.
Note-se que o descumprimento dos prazos previstos para os circuitos postais marítimos por ordens das autoridades, não era algo novo. No
final do século anterior, a Coroa determinara, mais de uma vez, que os paquetes
para a América fossem retidos para permitir que mercadores de Lisboa pudessem
emitir suas mensagens atualizadas diante da chegada de comboios marítimos
vindos dos portos americanos. Também assim fez no Rio de Janeiro em uma ocasião
o mesmo D. Fernando José de Portugal, quando ocupava o posto de vice-rei, a
pedido de comerciantes locais, apesar de o procedimento ser terminantemente
proibido pela legislação postal de 1798. Mesmo os paquetes ingleses, conhecidos
por sua pontualidade, enfrentavam esse tipo de situação. Na década de 1810,
também por solicitação de comerciantes, no caso da comunidade mercantil britânica
local, o cônsul, às vezes atrasava a saída dos navios no Rio de Janeiro, o que
motivou protestos em Londres.
Ainda que os discursos das autoridades pudessem indicar que
a alteração dos cronogramas dos barcos fazia-se em nome de questões urgentes ou
para atender necessidades estratégicas, tais procedimentos – tanto a retenção
dos navios quanto a expedição antecipada deles sem considerar possíveis
interferências no funcionamento geral do circuito – refletiam, muitas vezes, a priorização
de interesses locais. Em cada nó da rede postal, os agentes buscavam maximizar
o tempo disponível para a transmissão de suas mensagens, muitas vezes sem
pensar nos impactos sobre o fluxo geral.
Tais ocorrências derivavam de uma concepção mais antiga, que
se poderia dizer aristocrática ou principesca, de fluxos de comunicação
ordenados pelas demandas, em vez de se pautarem pela regularidade das partidas
dos mensageiros. Tal visão valorizava a disponibilidade e a prontidão em
relação ao ordenamento do tempo (“tenho os meios de comunicação e os aciono
quando quero ou preciso”), opondo-se à outra, da regularidade como um
instrumento para garantir maiores previsibilidade e rapidez geral do sistema.
Esse embate faz parte da história dos Correios e, no caso da implantação das
reformas postais na América portuguesa, envolveu um processo de algumas décadas
até uma estabilização dos fluxos.
Em 1816, contudo, é possível observar que, mais do que questões
pontuais, uma escolha estratégica orientou as decisões da Coroa a respeito do uso
dos paquetes baianos, com a evidente priorização dos preparativos para a invasão
da Banda Oriental do Rio da Prata pelas tropas portuguesas, em detrimento do
circuito de comunicação com a Bahia.
As retenções mais longas dos navios no Rio de Janeiro aconteceram naquele ano, inclusive com o desvio de um deles para o cenário de guerra. Em 17 de maio de 1816, o Marquês de Aguiar comunicou ao governador da Bahia que as escunas Pandura e Kalmuka estavam mantidas ali, “devido à ocorrência de muitos negócios importantes que neste momento têm ocupado a Real atenção de Sua Majestade” (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-144).
O potencial bélico das escunas baianas foi analisado de perto pelos comandantes da Armada. Em um ofício 22 de maio de 1816, o vice-almirante Manuel Inácio da Costa Quintela informou ao secretário da Marinha, Conde da Barca, que podiam ser instalados "dois pequenos obuses à proa" da Pandura (AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19109). Acrescentava, contudo, que
esta escuna é pouco melhor que a Kalmuka, que foi buscar marinhagem à Paraty, e como chegou ontem da Bahia a escuna Tártara, que é a melhor das três que servem de correios naquela capitania, espero que o Chefe decida qual delas lhe convém melhor para os fins a que se destina (AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19109)
Antes mesmo dessa manifestação de Quintela, no dia 17 de maio, o Marquês de Aguiar determinara ao governador da Bahia que a Tártara fosse enviada ao Rio (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-144). Ela já partira da Bahia no dia 3 daquele mês e, quando chegou à Corte, no dia 21, foi retida como as demais. No início de junho, o Marquês comunicou ao Conde dos Arcos que “Sua Majestade foi servido dar nesta ocasião um diferente destino” ao navio
mandando empregar aquela embarcação na expedição que sai com as tropas para o Sul; logo porém que essa escuna se recolha daquela comissão, passará a esse porto para ser empregada no seu primitivo destino (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-160)
A Pandora e a Kalmuka ficaram fora do fluxo postal, respectivamente, entre março e o início de julho e abril e final de julho de 1816. No período em que esteve à disposição no Rio de Janeiro, a Kalmuka prestou-se a missões curtas, de interesse para a preparação das forças militares destinadas ao Rio da Prata. Além da ter servido ao transporte de tropas entre Paraty e o Rio, caso já aqui mencionado, a escuna fez uma viagem entre São Sebastião (litoral norte de São Paulo) e o Rio de Janeiro, aonde chegou no dia 21 de junho, três dias depois de sua partida (NOTÍCIAS, 2024). Não encontramos registros semelhantes relativos à Pandora, que parece ter ficado simplesmente à espera de ordens. Em 10 de julho, o marquês de Aguiar comunicou ao Conde de Arcos que o "atraso com a escuna Pandora é devido aos diversos negócios que têm ocupado a atenção de Sua Majestade" (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-184).
Em junho e
julho, a Bahia ficou sem ter como enviar à Corte os navios correio, como o atestam as informações sobre o movimento portuário naquele período. Aquele foi o ano em que o sistema postal montado pelo Conde Arcos teve o pior desempenho, com apenas sete viagens completas das escunas correio para o transporte de correspondências. Haja vista a retenção delas no Rio de Janeiro, em maio a Coroa chegou a usar o paquete inglês, que fazia escala na Bahia antes de retornar para Falmouth, para o envio de correspondências oficiais para o governador daquela capitania (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-144).
Em 10 de julho, o Marquês de Aguiar informou que parecera "mui digno de atenção" à Sua Majestade o fato de ter ficado "interrompida por muito tempo a correspondência desse
porto com esta Corte", de modo que sairia no dia seguinte a Pandora "e pela Kalmuka que aqui
fica se transmitirão a V. Exa. os despachos que ainda não podem expedir-se
nesta ocasião" (BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-184).
A data informada nesse ofício como a da partida da Pandora diverge dos registros da Gazeta do Rio de Janeiro, segundo a qual a escuna já partira para a Bahia no dia 5 daquele mês (NOTÍCIAS, 2024). Provavelmente, o barco fora tolhido pelas autoridades de última hora, sem que a informação fosse atualizada naquele periódico. De qualquer modo, a Pandora seguiu para a Bahia naquele início de mês, seguida pela Kalmuka em 31 de julho. Apenas essas duas embarcações restaram para sustentar o serviço entre agosto de 1816 e setembro de 1817.
Ainda em 10 de setembro, o Marquês de
Aguiar acenava com a possibilidade de a Tártara voltar para o transporte postal, ainda que afirmasse ser fácil à Bahia arranjar outra que a substituísse. Seis dias antes, contudo, depois de passar por reparos, ela partira para Santa Catarina, junto com a corveta de guerra Calipso, último registro que dela encontramos na Gazeta do Rio de Janeiro (AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19109; AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19111; NOTÍCIAS, 2024). Os dois barcos juntaram-se a uma flotilha que complementou a Divisão Naval enviada anteriormente para o cenário de guerra, de modo a contribuir com a ação da Divisão de Voluntários Reais (MARINHA, 2006, p. 71; LAURENZANO, 2008, p. 84).
A Tártara nunca mais voltou para o serviço postal. Esparteiro
(1976, p. 69) chega a afirmar que ela teria sido adquirida pela Coroa para a campanha do Rio da Prata em 1816. Segundo Muxfeldt e Giorgis (2019, p. 235), as fragatas
Phoenix (Fênix) e Gaivota e a escuna baiana teriam atuado no cerco de
Maldonado, última informação que tivemos a respeito dela.
Provavelmente, encerrou sua carreira naquela porção do Atlântico, embora não
apareça na lista de navios da flotilha do Prata em 1823 (LAURENZANO, 2008, p.116;
GUERRA FILHO, 2023, p. 253).
Ainda segundo Esparteiro (1976, p. 69), a Kalmuka também
teria sido destinada ao Prata a partir de 1817, o que não
corresponde aos dados por nós coligidos. Depois de retornar à rota para a Bahia, até 1821, ela não deixou de fazer viagens regulares entre aquele porto e o Rio de Janeiro. Contudo, é possível que o
navio tenha sido empregado em alguma missão mais ao Sul nos quatro meses em que esteve fora do serviço postal em 1816, o que pode ter levado Esparteiro àquela conclusão.
Apenas a Pandora e a Kalmuka restaram para sustentar o serviço postal entre a Bahia e o Rio de Janeiro de agosto de 1816 a setembro de 1817, quando entrou em operação um novo correio marítimo, a Afra. Em suas três primeiras viagens, até o final daquele ano, o novo paquete foi identificado pela Gazeta do Rio de Janeiro como sumaca. A partir do ano seguinte, até o final de sua carreira, foi classificado como escuna (NOTÍCIAS, 2024). Essa é a forma como aparece registrado na bibliografia sobre a Marinha de Guerra. Tal mudança sugere que a embarcação pode ter passado por alguma adaptação ao ser integrada ao serviço de Correios.
A guerra no Sul prosseguiria até a derrota do líder insurgente Artigas no final de 1820, quando ele buscou refúgio no Paraguai. Nesse período, os embates foram levados para outras regiões do Atlântico, graças à ação dos corsários artiguistas. Em abril de 1818, a Kalmuka viajava do Rio para a Bahia quando foi assaltada por um desses navios. Foi a única vez em que a chegada de um dos paquetes à Bahia foi registrada na seção da Idade d’Ouro do Brazil destinada a noticiar o movimento do porto, provavelmente devido à excepcionalidade do que acontecera. De acordo com os registros encontrados, essa foi a única vez que um dos navios correio daquele circuito foi abordado por predadores marítimos com algum êxito.
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| Corsário de Artigas. Fonte: https://ecosdelhum.com.uy/contenido/15228/los-corsarios-de-artigas-una-antigua-revista-escolar-nos-ilustra-al-respecto |
A notícia não dá conta do que teria acontecido com a mala de cartas, sempre visada por inimigos. A previsão do Alvará dos Correios Marítimos de 1798 era de que fosse lançada ao mar quando de ataques, justamente para que informações confidenciais não fossem desviadas. O texto da Idade d'Ouro do Brazil é bastante sucinto. Desde outubro do ano anterior, a escuna era comandada pelo Capitão-Tenente Manuel da Siqueira Campelo. Inicialmente, o periódico limitou-se a dizer que, em 20 de abril, com 17 dias de viagem, chegara "o correio do Siqueira", sem especificar o nome do navio, o qual tinha "sido roubado na altura de Cabo Frio, por um Corsário de Artigas" (Idade d'Ouro da Bahia, nº 34, 28 de abril de 1818). Mais à frente, noticiou que o bergantim Amante da Inocência, vindo do Porto, fora abordado por um navio de bandeira americana (estadunidense), que depois se revelara um corsário, tomando-lhe toda a carga, fora alguma ferragem e pipas de vinho. Acrescentou ainda que "este corsário tinha 16 peças montadas, e 50 a 60 homens de tripulação, mas o comandante disse ao mestre do bergantim português que sua tripulação era de 150 homens, e que ele tinha sido o que na altura de Cabo Frio roubara o Correio do Siqueira (Idade d'Ouro da Bahia, nº 34, 28 de abril de 1818).
Assim, além de roubar um dos navios que servia à linha postal, a guerra trouxe, pelo menos, mais esse outro prejuízo à operação dela. É interessante, entretanto, notar essa familiaridade com que a Idade d'Ouro do Brazil referiu-se duas vezes ao paquete - "correio do Siqueira". Parece ser um sinal de que os navios correio haviam conseguido integrar-se ao cotidiano baiano, apesar de todos os percalços aqui relatados e do fato de o serviço não ter logrado atingir aquela regularidade almejada pelo Conde dos Arcos.
Fontes primárias manuscritas
Arquivo Público Estadual da Bahia (APEB)
Carta de Antonio de Araújo de Azevedo para o conde dos Arcos [...] 20 jun. 1814. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-204.
Carta do marquês de Aguiar para o conde dos Arcos [...] 20 jun. 1814. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-206.
Carta de Antonio de Araújo de Azevedo para o conde dos Arcos [...] 18 out. 1814. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-116-361.
Carta do marquês de Aguiar, para o conde dos Arcos [...] 18 set. 1815. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-117-309.
Carta do marquês de Aguiar, para o conde dos Arcos [...] 29 ago. 1815. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-117-276.
Carta do marquês de Aguiar para o conde dos Arcos [...] 5 jun. 1816. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-160.
Carta do marquês de Aguiar para o conde dos Arcos [...] 17 mai. 1816. Arquivo Público do Estado da Bahia, BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-144.
Carta do marquês de Aguiar para o conde dos Arcos [...] 10 jul. 1816. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-184.
Carta do marquês de Aguiar para o conde dos Arcos [...] 10 set. 1816. BR BAAPEB CCivil-BR BA APEB CCIVIL CR-118-256
Arquivo Histórico Ultramarino (AHU)
Ofício do [vice-almirante, Manoel] Inácio da Costa Quintela, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar no Rio de Janeiro], conde da Barca [...] 22 maio 1816. AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19093.
Ofício do [vice-almirante, Manoel] Inácio da Costa Quintela, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar no Rio de Janeiro], conde da Barca [...] 29 maio 1816. AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19109.
Ofício do [vice-almirante, Manoel] Inácio da Costa Quintela, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar no Rio de Janeiro], conde da Barca [...] 2 jun. 1816. AHU_ACL_CU_017, Cx. 275, D. 19111.
Fontes primárias impressas
Gazeta do Rio de Janeiro, no 72, 7 de
setembro de 1816.
Idade d’Ouro do Brazil, n º 60, 1º agosto de
1817.
Idade d’Ouro do Brazil, nº 34, 28 de abril de
1818.
Bibliografia
ESPARTEIRO, António Marques. Catálogo dos navios
brigantinos (1640-1910). Lisboa: Centro de Estudos da Marinha, 1976.
GUERRA FILHO, Sérgio. Entre a baía e o oceano: aspectos
navais da Guerra de Independência na Bahia (1822-1823). In: DUARTE, Marcello
Felipe; LOUREIRO, Marcello; GULÃO, Marcelo (orgs.). A armada imperial e a
independência do Brasil: outros olhares, novas perspectivas. Rio de
Janeiro: Jaguatirica, 2023, p. 209-230.
MARINHA do Brasil. História Marítima Brasileira. Rio de Janeiro:
Serviço de Documentação da Marinha, 2006.
LAURENZANO, Mayra Cristina. Os conflitos platinos e a
formação do Estado brasileiro (1808-1828). Dissertação – História Social.
Universidade Federal de Londrina, 2009.
Banco de dados
NOTÍCIAS Atlânticas. Brasília: 2024.